Minha poesia é inglória,
vive em bancas incertas.
Do pódio e das vitórias,
traduz histórias discretas.
Nos dizeres, incontida,
minha poesia é de lua,
às vezes, reza vestida
às vezes, discursa nua.
Meu poema é artesanato.
E sai-me pronto das mãos.
Coso-o, com muito cuidado,
cirzo-o, sem distração.
Às vezes, vem das sucatas
de contas e velhos botões,
de renda e fitas baratas,
da fieira dos piões.
Tem cores das violetas,
pose de pedra-sabão.
Nas asas da borboleta,
nem coloca os pés no chão.
O poema-artesanato
traz ponto-cruz, bordaduras.
É sempre um simples retrato
de uma notória figura.
de uma notória figura.
A Verônica, Clíviam, Adalton, Rose, Geni, parabéns pela merecida vitória!
Votação
Nossos sinceros agradecimentos:
Imagens by Abner Xavier
Ao total apoio que temos recebido de Ilmo Vereador Bené do Arraial.
A todos que reconhecem a importância do artesão como gerador de emprego e renda.
A Deus por estar no comando e no livramento.
Aguardem podcast Rádio COPERARTE.
Breve nossos web- catálogos com toda sigularidade multicultural, marca do genuíno artesanato Arraiano, fonte de inspiração infinita de formas e cores, traduzidas nas mãos de nossos artesãos.





Enquanto a gente cataloga para publicar nossos produtos com os pefis dos cooperados, as imagens do post são do dia da Eleição da Diretoria COPERARTE.
ResponderExcluirA Verônica, Clíviam, Adaltom, Rose, parabéns, foi uma vitória merecida, limpa e legítima.
Parabéns a todas artesãs neste dia dedicado a elas!
ResponderExcluirgostaria de saber como posso comprar produtos dos artesao pela internet?
ResponderExcluirizabellucca@gmail.com
gostaria de saber como posso comprar produtos dos artesao pela internet?
ResponderExcluirizabellucca@gmail.com